
Conflito no Irã: Os Estados Unidos anunciaram o bloqueio da passagem de petroleiros iranianos para conter a geração de receita do país. Relação Irã-China: Observou-se um aumento histórico nas receitas de petróleo do Irã desde 2025, impulsionado pelas exportações para a China em antecipação a novos conflitos. Diplomacia Europeia e Canadense: As visitas do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e do canadense, Mark Carney, à China indicam uma ruptura de aliados tradicionais com as políticas externas do governo Trump. Moeda e Bolsa: O dólar apresenta tendência de queda, com o real cotado entre R$ 4,97 e R$ 4,99. O Ibovespa fechou próximo aos 200.000 pontos. Brasil como Porto Seguro: O país é visto como destino atraente para capital estrangeiro ("hard assets") por estar distante de conflitos geopolíticos e possuir setores resilientes, como commodities e financeiro. Inflação e Juros: O Relatório Focus e instituições bancárias projetam inflação acima de 5% para o fim de 2026, influenciada pela alta dos fertilizantes e combustíveis. Cenário nos EUA: Existe expectativa de uma postura mais "dovish" (suave) do Fed devido à desaceleração econômica e baixa expectativa dos consumidores. Bancos Americanos: O Goldman Sachs apresentou bons lucros, mas suas ações caíram devido a resultados abaixo do esperado em renda fixa, commodities e câmbio (FICC). O JP Morgan também é ponto de atenção. Varejo e Tecnologia: * O Mercado Livre está expandindo para a venda de medicamentos sem prescrição no Brasil. A Meta deve superar o Google em receitas de anúncios digitais, impulsionada pelo uso de IA e pelo desempenho do Instagram. A Amazon e a Microsoft tiveram recuperações expressivas nas últimas semanas. Telecomunicações: O governo italiano (Meloni) busca a compra da Telecom Italia (TIM) pelos correios estatais, um movimento inverso às tradicionais privatizações. Donald Trump: O ex-presidente enfrenta queda de popularidade, comparada ao "momento Lyndon Johnson" (Guerra do Vietnã). Erros estratégicos, como postagens polêmicas nas redes sociais e ataques à liderança católica (Papa Leão), têm desgastado sua imagem perante os republicanos.