
Mercado Americano e Resultados de Empresas Nvidia: Superou as expectativas de mercado e apresentou um forte direcionamento (guidance) futuro, o que continua sustentando a tendência de alta para inteligência artificial e semicondutores. Índices S&P 500 e Nasdaq: O S&P 500 segue na casa dos 5.400 pontos (alta de 8% no ano) e o Nasdaq mantém tendência de alta de 15% no ano, impulsionado pelas empresas de tecnologia. Walmart: Divulgou bons resultados para o primeiro trimestre, mas apresentou um guidance mais conservador devido a um consumidor norte-americano mais seletivo e pressões nos custos de energia e gasolina. Balanços Gerais: Das 500 empresas do S&P 500, 485 já divulgaram seus lucros, com cerca de 78% superando as expectativas de receita e lucro. Corte de Funcionários (Techs): Destacou-se que a Meta (de Mark Zuckerberg) demitiu cerca de 8.000 funcionários por videoconferência e que outras empresas (como a Amazon) seguem reduzindo equipes e buscando eficiência através da IA. A ata do Fed indica que os juros devem se manter elevados até o final do ano, com possibilidade de aumento em 2027 caso as tensões no Oriente Médio e o preço do petróleo continuem subindo. Embora os índices PMI de manufatura e serviços ainda mostrem força, o Fed Philly Manufacturing Index veio bastante abaixo do esperado, divergindo da tendência da semana. Os pedidos de auxílio-desemprego (jobless claims) vieram em linha com o esperado. SpaceX: O IPO está confirmado para junho de 2026 e promete ser o maior da história para o varejo. Contudo, há uma ressalva sobre problemas de governança devido ao controle centralizado de Elon Musk. OpenAI: Entrou com pedido sigiloso de IPO. Anthropic: A expectativa é de que também aproveite a janela de IPOs. Foi mencionada a contratação de Andrej Karpathy (ex-OpenAI e MIT) pela Anthropic, o que o locutor comparou a uma transferência de peso no futebol (como Cristiano Ronaldo indo do Real Madrid para o Barcelona). Fundos de Venture Capital: Estão pressionados para liberar capital, já que concentraram muitos investimentos em IA nos últimos anos. O locutor menciona que não costuma reduzir posições em ações de tecnologia (Big Techs), preferindo fazer proteções (hedges) com derivativos, pois considera ações como Nvidia e Amazon "baratas" diante do fluxo de caixa que geram e do financiamento próprio de Capex. Brasil: Uma matéria do Valor Econômico destacou o arrefecimento do interesse do investidor estrangeiro, com saída de capital e correção no Ibovespa (que já entregou metade da performance do ano). O locutor ressalta a dificuldade do mercado brasileiro por ser composto majoritariamente por empresas da "velha indústria", enquanto o investidor global busca tecnologia. Além disso, critica a estrutura da dívida brasileira (50% atrelada à Selic em patamares altos). China: Também enfrenta desinteresse e ressalvas regulatórias e de proteção ao investidor, gerando prejuízos no setor de tecnologia.