
Payroll e Desemprego: O foco do dia é o relatório de empregos de abril, considerado o dado mais importante da semana. Federal Reserve: Os números de emprego devem pautar a conduta de Kevin Warsh, que assume o Fed, com a tendência de manutenção das taxas de juros sem cortes para 2026 caso os dados venham fortes. Revisão de Alvos: Bancos como RBC e UBS elevaram suas projeções para o S&P 500 para até 7.900 e 8.400 pontos, respectivamente, impulsionados pelos lucros do primeiro trimestre. Bolha e Inteligência Artificial: Paul Tudor Jones: Comparou o momento atual à bolha da internet de 1999, embora permaneça "comprado" em tecnologia. "AI Washing": Alerta sobre empresas (especialmente farmacêuticas) que usam o rótulo de IA apenas para inflar o valor das ações. Empresas de Destaque: Perspectiva positiva para Nvidia e Apple, mas cautela com a Coreweave devido ao seu modelo de queima de caixa e baixo retorno sobre o capital. Europa: Enfrenta um cenário difícil com riscos geopolíticos e custos elevados de energia, gerando um descompasso entre fundamentos e avaliações de mercado. Ásia: A Coreia do Sul se destaca pelo setor de memórias, que aproveita diretamente a tendência de IA. Defesa: Menção à Rheinmetall e ao processo de militarização da Alemanha como uma oportunidade de inovação e novos produtos. Ibovespa e Fluxo: O índice caiu 7% desde o topo. O fluxo estrangeiro está concentrado em "Large Caps" como Petrobras e Vale, o que faz com que fundos fundamentalistas fiquem para trás na performance. Dólar: Atualmente na casa de R$ 4,90, o patamar é visto como uma janela de oportunidade para alocação externa por estar na mínima de dois anos. Taxa Selic: Com a inflação persistente, a projeção é de cortes tímidos, podendo encerrar o ciclo entre 13% e 13,5%.