
Se tudo é prioridade na sua operação, então nada é. E o seu time descobriu isso antes de você. Custo, prazo e qualidade não maximizam juntos. É a lei da física das operações, e ela não abre exceção para quem tem meta agressiva. O dado que deveria constar na pauta do próximo comitê: no 2025 Customer Experience Survey da PwC, 52% dos consumidores já pararam de comprar de uma marca por experiência ruim com produto ou serviço. Enquanto isso, cerca de 9 em 10 executivos acreditam que a lealdade do cliente aumentou, e só 4 em 10 consumidores concordam. Esse gap não é ruído estatístico, mas sim a fatura de decisões que ninguém teve coragem de tomar explicitamente. Há mais. Uma pesquisa clássica da McKinsey com 639 executivos (2010) mostrou que 85% consideravam o equilíbrio entre custo de servir e nível de serviço fundamental para a estratégia. Mas entre 31% e 40% admitiam que operações raramente ou nunca se reúnem com vendas e marketing para discutir essas tensões. A maior barreira apontada: as áreas não entendem o impacto que causam umas nas outras. Quinze anos depois, entre nós, isso mudou muito na sua empresa? Decisão adiada não desaparece. Ela migra para baixo, e é executada por quem tem menos contexto, menos autoridade e nenhuma chance de defesa. Liderar operação madura exige quatro coisas nada glamourosas: saber o que o cliente realmente valoriza, definir a hierarquia, fixar o piso inegociável e comunicar o trade-off antes que ele vire surpresa. Surpresa negativa destrói mais valor do que expectativa bem ajustada desde o início. Sempre destruiu. Abração! 🌶️ 𝐒𝐈𝐌𝐁𝐎𝐑𝐀 𝐀𝐏𝐈𝐌𝐄𝐍𝐓𝐀𝐑 𝐄𝐒𝐒𝐀 𝐋𝐈𝐃𝐄𝐑𝐀𝐍Ç𝐀 !!!!! 🔥 🎯 𝐀 𝐕𝐄𝐑𝐃𝐀𝐃𝐄 É 𝐀 𝐍𝐎𝐕𝐀𝐋𝐈𝐃𝐄𝐑𝐀𝐍Ç𝐀.🎯 #liderança #culturaorganizacional #gestãodeconflitos #execução #tomadadedecisão #supplychain #experiênciadocliente #RHestratégico