
O mercado do trigo vive dias de acomodação nas bolsas internacionais, mas mantém fundamentos firmes para o médio e longo prazo, já que o consumo mundial segue superando a produção. Aqui no Brasil, o momento é de máxima atenção com o relógio: os produtores do Paraná e do Rio Grande do Sul estão aproveitando cada janela de tempo firme para acelerar a colheita e garantir a qualidade do grão. Vlamir Brandalizze chama a atenção para as cotações de balcão e o ritmo mais enxuto das importações. O arroz começa a sentir os impactos diretos da disparada do dólar. Com a moeda americana mais valorizada, a conta da importação fica mais salgada e abre espaço para o porto pagar melhor pelo grão nacional, dando novo ânimo ao produtor gaúcho em plena entressafra. Enquanto isso, o varejo registra movimento firme com a demanda de fim de mês e o plantio no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado, com a Fronteira Oeste puxando a fila dos trabalhos no campo. Vlamir Brandalizze explica como o câmbio, o consumo e o ritmo da nova safra estão desenhando o cenário das cotações do arroz para você, produtor rural.O feijão acende um sinal de alerta vermelho no campo e pode trazer reflexos diretos nas cotações. Enquanto os produtores do sudoeste paulista sofrem com o excesso de chuva afetando a qualidade e a produtividade na colheita, no Paraná o frio fora de época castigou as lavouras em pleno florescimento, comprometendo a formação de vagens. O resultado desse cenário climático adverso é uma oferta significativamente mais enxuta para os próximos meses. Vlamir Brandalizze avalia os números e as perspectivas desse mercado desafiador.