
Guerras Perdidas Eia corcel de fogo... das labaredas de teu cabelo... eia a me levar em cinzas para o Seol, Lá interrogarei Belzebu no tocante dos tempos, disseminarei algures e lamentos, dos tantos aqui passados, dos olhos meninos chorados. eia corcel de fogo... não me deixe esquecer as veias rompidas em sangue e guerra, as muralhas humanas erguidas no peito singelo da infância, a separar eternamente os valores os prazeres e a esperança.