
Porque é que, tantas vezes, quanto mais uma pessoa tenta mudar à força, mais presa fica ao mesmo padrão? Neste episódio do Psicologia Entre Aspas, partimos de uma frase de Carl Rogers “O paradoxo curioso é que quando eu me aceito tal como eu sou, então eu consigo mudar” para refletir sobre uma ideia que pode parecer estranha à primeira vista: a de que a mudança mais profunda nem sempre nasce da crítica, da dureza ou da insatisfação constante, mas pode começar precisamente na forma como a pessoa se aceita e se compreende. De forma acessível e cientificamente informada, exploro: - Porque é que a autocrítica e a vergonha muitas vezes dificultam a mudança em vez de a facilitarem - O impacto da forma como a pessoa se relaciona consigo quando sente ansiedade, falha ou procrastina - A diferença entre aceitar-se e acomodar-se - Porque é que compreender a função de certos padrões pode ser mais transformador do que atacá-los - Como a aceitação, a curiosidade e a autocompaixão podem abrir espaço para uma mudança mais profunda e mais duradoura Um episódio para quem vive em guerra consigo próprio, para quem sente que já tentou mudar de muitas formas e continua preso aos mesmos ciclos, e para quem quer perceber melhor como a relação consigo pode estar a bloquear, ou a facilitar, a sua transformação. 🔎 Psicologia clínica, autoaceitação, autocrítica, ansiedade, procrastinação, mudança emocional e relação consigo: tudo num espaço de empatia e reflexão. 🌿 Novos episódios às quintas-feiras. Siga-nos no Instagram: @saracruzclinica e acompanhe o nosso trabalho!