
"Com medo e hesitação, Rama gentilmente aproximou-se da chorosa Tara. Mas havia nenhum sinal de raiva em seu rosto. As palavras que ela dirigiu ao assassino de seu marido eram dignas de uma rainha de herói. 'Com a arma com a qual, ó Guerreiro, você matou meu marido, mate-me também e permita-me juntar-me a ele. Até no céu, ele não será feliz sem mim. Não tema ser um pecado. Será um ato meritório unir marido e mulher. Isso vai limpar o seu pecado, de matar traiçoeiramente meu marido.' Valmiki diz nesta parte que Tara conhecia a verdade da encarnação de Rama e viu Vishnu nele. A crença tradicional diz que, como Sumitra, a mãe de Lakshmana, Tara, a esposa de Vali, era uma jnani, uma conhecedora da Realidade. Embora no início ela odiasse Rama por sua traição, quando ela o viu frente a frente, ela viu sua divindade, assim é dito."