Lima Barreto foi levado duas vezes ao Hospício Nacional de Alienados: em 1914 e 1919. Na segunda, pôde tomar notas, que mais tarde seriam publicadas como um diário. O que o fez ser internado não foi uma suposta loucura, mas o alcoolismo. Todo comportamento considerado tido como desviante era passível de afastamento da sociedade. Beatriz Resende e Gabriel Chagas comentam as internações e recordam um trecho de “Triste fim de Policarpo Quaresma” no qual o personagem está internado. Ainda há uma carta racista escrita por um médico que tratou Lima. Do episódio participa o psiquiatra Paulo Amarante, nome de frente na luta pelo fim dos manicômios. Concepção, textos e apresentação: Beatriz Resende e Gabriel Chagas Roteiro: Evandro Luiz da Conceição Coordenação: Luiz Fernando Vianna Locuções: Junior Vieira e Cridemar Aquino Edição: Filipe Di Castro Sonorização e finalização: Janaína Oliveira Pesquisa: Yasmin Santos Identidade visual: Mariana Mansur Trilha sonora: gravações presentes no site Discografia Brasileira, do Instituto Moreira Salles.