Desde a juventude, Lima Barreto foi alvo de preconceito racial. Beatriz Resende e Gabriel Chagas mostram que ele registrou isso em diários, em contos como “O moleque” e em romances como “Recordações do escrivão Isaías Caminha”, que têm trechos lidos neste episódio. Lima nasceu sete anos antes da abolição da escravatura e foi levado pelo pai para ver a assinatura da Lei Áurea, algo que o marcou. O convidado do capítulo é o antropólogo Júlio Tavares, que destaca como permanece um apartheid no Brasil. Concepção, textos e apresentação: Beatriz Resende e Gabriel Chagas Roteiro: Evandro Luiz da Conceição Coordenação: Luiz Fernando Vianna Locuções: Junior Vieira e Cridemar Aquino Edição: Filipe Di Castro Sonorização e finalização: Janaína Oliveira Pesquisa: Yasmin Santos Identidade visual: Mariana Mansur Trilha sonora: gravações presentes no site Discografia Brasileira, do Instituto Moreira Salles.