
Comprar de quem lhe representa é mais do que uma nova tendência de consumo. Mulheres têm priorizado adquirir produtos de empreendedoras, a comunidade LGBTQI+ tem ido pelo mesmo caminho com o pink money e, no caso da população preta, o conceito do black money está cada vez mais fortalecido. Onde você coloca o seu dinheiro? Essa é uma discussão que permeia o consumo de forma engajada e no caso dos afrodescendentes a postura também tem um cunho reparativo, uma vez que esta população foi por anos escravizada no Brasil e esteve sempre à margem da economia. “Penso que a melhor forma de ser antirracista é financiando e investindo em negros, de forma a empoderá-los economicamente”, aponta o publicitário, empreendedor e consultor em diversidade, Paulo Rogério Nunes, que juntamente com a fundadora da Wakanda Educação Empreendedora, Karine Santos, traçaram discussões no quarto episódio do podcast Projeta Junto! Vamos acompanhar?