
"Enquanto caminhava, com espanto e ansiedade, foi rudemente abordado pela horrenda Deusa Guardiã da cidade. 'Quem é você, macaquinho? Como você conseguiu chegar até aqui e por que motivo veio? Fale a verdade.' Hanuman respondeu 'Sim, eu realmente sou um macaquinho e vim até aqui para ver esta cidade maravilhosa. Eu irei embora agora que já vi tudo e satisfiz minha curiosidade.' A entidade deu um tapa raivoso no macaco. Hanuman devolveu o tapa sem muito esforço com sua mão esquerda. Ela se dobrou de agonia no chão. Mas logo ela se levantou e se lembrou da profecia que dizia que, quando um macaco batesse nela e a derrubasse, a cidade que ela protegia seria destruída. Ela disse a si mesma: 'Os pecados de Ravana são muitos e graves. O final de Lanka se aproxima. As palavras dos deuses estão a ponto de se tornar realidade.' E ela se pôs de lado. A deusa de Lanka não era uma escrava de Ravana. Ela era o espírito da cidade."