
Há sutras que parecem simples… até percebermos que são um “mapa inteiro” em quatro palavras. O Yoga Sūtra I.2 é um desses casos: Patāñjali define aqui o Yoga de forma directa, técnica e absolutamente central para toda a obra. Citta não é só “pensar”. É o instrumento global de cognição, incluindo: o que é consciente, o que é subconsciente, e o que permanece latente como impressões (saṃskāra) Em termos do Yoga clássico: citta é um produto e uma função da prakṛti, e está sempre sob influência dos três guṇas. Isto é decisivo: citta não é o “Eu” essencial. É o instrumento.